Aderências no pós-operatório: por que prevenir faz toda a diferença?
Após uma cirurgia plástica, o cuidado não termina no centro cirúrgico. Durante o processo de cicatrização, os tecidos internos passam por uma intensa reorganização e, de forma silenciosa, podem se aderir uns aos outros, formando as chamadas aderências. Esse fenômeno pode interferir no conforto, na mobilidade e até no resultado final do procedimento.
O que muitas pessoas não sabem é que a principal causa das aderências está relacionada à falta de movimento adequado dos tecidos no pós-operatório. Quando essa mobilidade não é estimulada de maneira correta e no momento certo, o corpo tende a “colar” estruturas internas como parte do processo de cicatrização, aumentando o risco de dor, rigidez e limitação funcional.
A boa notícia é que a ciência já demonstrou que a terapia manual especializada é uma ferramenta eficaz na prevenção das aderências. Quando aplicada com técnica, conhecimento anatômico e segurança, ela mantém os tecidos livres, móveis e organizados, respeitando cada fase da cicatrização.
Esse cuidado não prejudica os pontos nem o processo de recuperação. A terapia manual correta ajuda o corpo a cicatrizar melhor, reduz a inflamação desnecessária e orienta o tecido a se reorganizar de forma saudável, protegendo o resultado estético e funcional da cirurgia.
Cuidar do pós-operatório é proteger seu resultado, seu bem-estar e sua qualidade de vida.
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