Recuperação pós-operatória: quando o resultado visual não conta toda a história
Quando o resultado de uma cirurgia está visualmente satisfatório, é comum pensar que a recuperação pós-operatória chegou ao fim. Mas a aparência é apenas um dos aspectos que precisam ser considerados.
Mesmo quando a cicatriz e o resultado externo evoluem bem, podem permanecer alterações relacionadas à mobilidade dos tecidos, sensibilidade e função.
Repuxamento, endurecimento e alteração de sensibilidade no pós-operatório
Alguns sinais podem indicar que os tecidos ainda precisam ser avaliados. Entre eles estão repuxamento, áreas endurecidas, aderências, alteração ou perda de sensibilidade, desconforto e limitações de movimento.
Dependendo do caso, alterações como fibrose pós-cirúrgica e aderências também podem interferir na mobilidade dos tecidos e na recuperação funcional.
Por isso, olhar apenas para o espelho não é suficiente para determinar como está a evolução do pós-operatório.
Qual é o papel da fisioterapia pós-operatória?
A fisioterapia pós-operatória, especialmente dentro da fisioterapia dermatofuncional, permite avaliar não apenas o aspecto externo, mas também o comportamento dos tecidos, a mobilidade, a sensibilidade e a função.
A partir dessa avaliação, é possível identificar o que ainda precisa de atenção e definir quais cuidados fazem sentido para aquele momento da recuperação.
Uma cirurgia pode estar bonita por fora e ainda precisar de cuidados por dentro.
Se a cirurgia já passou, mas você ainda percebe áreas endurecidas, repuxamento, alteração de sensibilidade ou alguma limitação, agende uma avaliação na Clínica Sabrina Matthes para entender como está sua recuperação além do resultado visual.
